pintpor® Impermeabilização

pintpor®  P R O J E C T O S   E   T E C N O L O G I A S   E M   I M P E R M E A B I L I Z A Ç Ã O   D E   E D I F Í C I O S

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A pintpor® possui uma experiência de mais de 20 anos no domínio das técnicas de aplicação de membranas impermeabilizantes. Estas duas décadas fizeram-nos melhorar cada vez mais a forma da avaliação e estudo das patologias dos edifícios a irmos o mais possível ao encontro das necessidades e exigências dos nossos clientes. Embora já anteriormente reconhecida pela qualidade e a utilização de produtos homologados que atestam o empenho e o reconhecimento do nosso trabalho.  

Sabemos que a impermeabilização é um dos componentes mais importantes na construção civil e também que existem lacunas em termos de informação neste domínio, razão pela qual elaborámos textos com esquemas de fácil leitura, tanto para aplicadores de sistemas de impermeabilização, directores de obra, estudantes de engenharia e de arquitectura.

Aqui poderá encontrar várias soluções, podendo seleccionar a mais adequada para o problema em causa. Evidentemente, nem todas as situações estarão aqui contempladas, dado que seriam imensas e também porque cada caso é um caso, no entanto pensamos estar a contribuir para a resolução de grande parte dos problemas de impermeabilização. Nas soluções apresentadas utilizamos sistemas de impermeabilização homologados pelo LNEC - Laboratório Nacional de Engenharia Civil.

Programa  e metodologia de impermeabilização    equipa pintpor®     


Introdução



Esta especificação técnica tem por objectivo fornecer subsídios na metodologia adequada de impermeabilização com mantas asfálticas.
Em cada caso, deverão ser analisadas todas as interferências construtivas, tais como: tipo de edificação, movimentações estruturais,  finalidades de cada área e segurança dos trabalhadores.


Projecto de impermeabilização   pintpor®


" O projecto de impermeabilização deverá ser desenvolvido conjuntamente com o projecto geral e os projectos sectoriais de modo a serem previstas as correspondentes especificações em termos de dimensões, cargas e detalhes ".

Na prática:
 

  • A equipa pintpor®  é chamada quando o edificio já está quase pronto.


Problemas decorrentes:

  • Falta de previsão de sobrecargas nas lajes

  • Falta de previsão de pendentes, protecções, rebaixo e outros detalhes.


Consequências:

  • Improvisações em obra

  • Soluções não satisfatórias

  • Custos elevados

  • Dificuldade na definição das responsabilidades dos técnicos envolvidos.



Estatísticas


  • Representa 2 a 3% do custo total de um empreendimento.

  • Responsável por 50% dos problemas em edificações.

  • Custos de reparações: até 20% do custo total de um empreendimento.

  • Patologias por falta de projecto de impermeabilização e falta de informação.


Normas Técnicas



Deverão fazer parte integrante deste trabalho as seguintes Normas Técnicas:

            - Elaboração de Projectos de Impermeabilização;

            - Solução Asfáltica Empregada como Imprimação da Impermeabilização;

            - Mantas Asfálticas com Armadura para Impermeabilização;

            - Execução de Impermeabilização;

            - Materiais e Sistemas para Impermeabilização


Elaboração de Projectos para Impermeabilização


Partes de um projecto de impermeabilização:
 

  • Memorial descritivo e justificativo.

  • Desenhos e detalhes específicos.

  • Especificações dos materiais a serem empregados e dos serviços a serem executados.

  • Planeamento de quantidade de serviços a serem realizados.

  • Estimativa de custos dos serviços a serem realizados.

ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS ANTERIORES AOS SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO


  Observar atentamente o projecto de impermeabilização, antes do início dos serviços em cada área.

§  Verificar o projecto de hidráulica, eléctrica e as instalações antes dos serviços de impermeabilização, tais como: colectores de água pluviais, tubos emergentes, caixas de passagem, pára-raios, etc.

§  Todos os colectores de águas pluviais, tubos emergentes, etc., deverão estar bem chumbados no local, para proporcionar bom arremate do impermeável nos mesmos.

§  Na região dos ralos, deixar rebaixo para evitar acumulo de água.

§  Fixar todas as esperas de ancoragem de guarda corpos, bancos, torres, etc., antes de executar a impermeabilização para correcta execução e arremate da impermeabilização nos mesmos (ver detalhe em projecto).

§  As cotas de arremate da impermeabilização quando interno ou externo, em batentes, contra marco, deverão ser observadas no projecto de impermeabilização.

§  Durante a execução dos serviços de impermeabilização, impedir o acesso de pessoas não qualificadas ou materiais, por meio de barreiras, para não comprometer o sistema de impermeabilização aplicado.

§  Após a remoção do entulho (acabamento, protecção, impermeabilização e regularização existente), proteger a área exposta com lona plástica para evitar possíveis infiltrações da água nos períodos de chuvas, durante execução dos novos serviços. A cada final de dia de serviços, cobrir a área com lona plástica. 


PROCEDIMENTOS 


o        Demolição da impermeabilização existente

o        Preparação da superfície

o        Regularização da superfície

o        Barreira vapor

o        Isolante térmico

o        Impermeabilização com manta asfáltica

o        Teste de estanqueidade

o        Camada separadora papel kraft

o        Chapisco grosso

o        Protecção mecânica com tela galvanizada para vertical

o        Entrega da obra


DEMOLIÇÃO DA IMPERMEABILIZAÇÃO EXISTENTE     ( Restauração / Remodelação )


Demolir os pisos e impermeabilizações existentes, inclusive argamassa de regularização e assentamento, impermeabilização e todo o enchimento existente, os pavimentos deverão ficar no "osso", no nível da laje de concreto, perfeitamente limpa e nivelada, para execução das regularizações, impermeabilizações, instalações, protecções e acabamentos previstos no projecto.
Após a remoção do entulho (acabamento, protecção, impermeabilização e regularização existente), proteger a área exposta com lona plástica para evitar possíveis infiltrações da água nos períodos de chuvas, durante execução dos novos serviços. A cada final de dia de serviços, cobrir a área com lona plástica.


SUPORTE DA IMPERMEABILIZAÇÃO


O suporte da impermeabilização, estrutura em camada de regularização
e isolamento térmico deveram apresentar as seguintes características:

  • Textura

  • Resistência ao puncionamento

  • Resistência à compressão

  • Estabilidade dimensional

  • Características higrotérmica

  • Características térmicas

  • Comportamento ao fogo

  • Compatibilidade química com a impermeabilização

PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE



Para obter se um bom desempenho na aplicação dos sistemas de impermeabilização, devemos tomar alguns cuidados na preparação da superfície:
 

  • A superfície deve estar desimpedida e livre para o trabalho de impermeabilização;

  • localizar eventuais falhas de betão, removendo as partes soltas e preparar a superfície com argamassa específica;

  • Proceder a limpeza enérgica da superfície, removendo excesso de cimentos, madeira, ferro, poeira, etc, quando houver óleo, desmoldantes ou hidrofugantes no betão, utilizar jacto de água sob pressão para total limpeza;

  • Humedecer a superfície com água em abundância antes da regularização, para melhor aderência no substrato;

    REGULARIZAÇÃO DA SUPERFÍCIE


    É a camada que prepara a superfície para o receber o sistema de impermeabilização, executado com cimento e areia, isenta de produtos como: aditivos, hidrofugantes, plástificantes. Nesta camada deverá ser formado o diagrama de escoamento da água (caimentos) de no mínimo 1% (ver projecto de impermeabilização.
     


    IMPRIMAÇÃO ASFÁLTICA



    A imprimação asfáltica é o elemento de ligação entre o substrato e as mantas pré fabricada de asfalto.
    Ele é composto por asfalto oxidado ( pelas suas características adesivas ) diluídos em  solventes orgânicos.
    Depois de regularizada a superfície aplica-se com rolo de lã de carneiro ou trincha, em temperatura ambiente entre 10 e 50 Cº.
    Manter o ambiente ventilado durante a aplicação e a secagem de 3 a 6 horas, dependendo das condições ambientais.
    Consumo: 0,4 a 0,6 kg por m2.


    BARREIRA  DE VAPOR


    A necessidade de barreira de vapor existirá sempre quando houver a possibilidade de inversão das temperaturas, do lado interno para o lado externo e vice versa.
    Em climas frios, como pode ocorrer no sul e em lugares altos onde se aquece o ambiente interno, deve-se estar atento para a direção em que migra o vapor d'água, que é sempre do lado quente para o frio. Neste caso, deve-se por o isolamento térmico sob a impermeabilização intercalando uma barreira de vapor entre a laje e o material isolante. 


    ISOLAMENTO TÉRMICO


    FUNÇÕES

    • Conforto

    • Economia de energia

    • Estabilização da estrutura e aumento da vida útil dos componentes da edificação;


    IMPERMEABILIZAÇÃO  COM MANTA ASFALTICA



    As mantas asfálticas podem ser aplicadas em diversos tipos de substrato, cimento, zinco, alumínio, cimento amianto, madeira, etc.
    Depois de finalizados os trabalhos prévios a aplicação da manta, se começara o pré tratamento dos ralos e pontos emergentes. Estes deverão ser perfeitamente isolados com manta sendo  um ponto crucial na impermeabilização, muitos dos casos de infiltrações são erros nestes pontos!
     

    Abrir o rolo totalmente para o alinhamento e seguida bobinar novamente. Queimar com o maçarico o polietileno protector de alta densidade e também a tinta de imprimação para promover uma perfeita aderência.

    Nossa recomendação e que a manta seja totalmente aderida, já que se ela é soldada somente nas juntas( manta flutuante ) e tiver qualquer vazamento é muito difícil achar o ponto exacto já que a água pode correr entre o concreto e a argamassa de regularização aparecendo o vazamento em outro ponto completamente diferente ao da infiltração na manta.
     

    A manta deverá ser colocada no sentido contrário começando da parte mais baixa para a mais alta até cobrir toda a área inclusive a platibanda se for necessário.
    Entre uma manta e outra devera ter uma sobreposição de no mínimo 10 cm.
    Completar a aplicação até cobrir com a manta toda a área a impermeabilizar.
     

    Depois de coberta toda a superfície se deverá fazer o arremate de todas as juntas passando uma colher de pedreiro.
    As juntas deverão ser pintadas com tinta alumínio de base asfáltica para protecção do asfalto dos raios U.V, dando um acabamento perfeito.
     

    Com a manta asfáltica podem ser impermeabilizadas diversos tipos de obras, garantindo uma perfeita impermeabilização.
     



    TESTE DE ESTAQUEIDADE


     
    Após o término da impermeabilização, iniciar os seguintes testes:

    §  Proceder na horizontal teste de lâmina da água de 72 horas, em etapas para observar eventuais falhas no sistema. Após conclusão dos testes na horizontal, se possível na vertical jatear água com equipamento de pressão para verificação da aderência da impermeabilização no substrato;

    §  A aderência do material à regularização evita a penetração da água sob a manta, facilitando, em caso de infiltração, uma eventual localização e reparar.


    PROTEÇÃO MECÂNICA


    CLASSIFICAÇÃO DAS PROTECÇÕES: 

     

    • Protecção de mantas asfáltica auto- protegidas ( alumínio, ardósia )

    • Protecção mecânica rígida (argamassas, betão, revestimentos nobres): áreas acessíveis

    • Protecção mecânica de material solto (brita, argila expandida,  etc.....) : áreas inacessíveis e de pequena inclinação

    • Protecção mecânica por sombreamento: placas apoiadas para formação de colchão de ar


    OBS.: A protecção mecânica é aplicada sobre uma "camada de transição", constituída de argamassa fraca sobre papel kraft embreado ou feltro asfáltico.

    PROTEÇÃO RÍGIDA ( PISO FINAL )
     

    • Argamassa de cimento e areia (1:3 ) min. 3 cm de espessura

    • Desempenho

    • Juntas de movimentação: placas de 1,5 m x 1,5 m

    • Juntas perimetrais

    • Superfícies verticais ou com grande inclinação: argamassa armada.

     

            PROTEÇÃO DO TIPO MATERIAL SOLTO
 

    • Camada monolítica de argamassa protectora rígida sobre a impermeabilização

    • Aplicação de camada de material solto (argila expandida, brita, seixos, etc.....),

    • e = 5 a 10 cm


 A equipapintpor®  aconselha    

 Impermeabilização antes da pintura,  evita problemas futuros

Bolhas na pintura e manchas em paredes e rodapés indicam infiltração e falhas no processo construtivo. Ambientes húmidos podem provocar alergias e problemas respiratórios. ( Instituto de Alergologia )

Não adianta pintar sobre paredes húmidas.  A humidade pode acabar com todo o serviço.

Essa é a observação que A equipa pintpor® , faz questão de alertar não apenas aos pintores, mas também a consumidores em geral.

A pintura feita sobre superfícies húmidas provoca o aparecimento de bolhas, eflorescências, manchas, mofos e destacamentos na pintura. Essas situações resultam ainda em ambientes insalubres, que podem comprometer a saúde dos seus usuários com graves problemas alérgicos e respiratórios.

As paredes estão sujeitas à infiltração da água de chuva e da própria humidade do solo. As chuvas, geralmente, provocam manchas de humidade internamente, a partir do meio das paredes. Já a humidade do solo deixa os rodapés túmidos até cerca de um metro a partir do piso. E, em caso de terra encostada na face exterior da parede, a humidade pode se manifestar em toda a estrutura.

Para evitar situações como essas, é preciso prevenir ou reparar os problemas de humidade antes do processo de pintura: é fundamental impermeabilizar as estruturas e superfícies. O primeiro passo, ensina, A equipa pintpor® ,é conhecer as três principais causas da humidade nas paredes:

Chuva batida: infiltração pelas águas da chuva, que penetram pelas fachadas devido à impermeabilização mal feita ou à ausência de impermeabilização da argamassa externa.

Capilaridade: ocorre nos rodapés e nas áreas externas em contacto directo com o solo. As paredes absorvem a água do solo através dos alicerces não impermeabilizados.

Paredes de encosta: a humidade provém da terra encostada em paredes não impermeabilizadas, através das quais a água penetra no interior dos edifícios.

A maneira correcta, económica e eficaz de evitar problemas com a humidade é impermeabilizar os alicerces e as paredes durante a construção, utilizando na argamassa de assentamento e de revestimento o impermeabilizante definitivo, que age dentro da massa e não superficialmente como uma pintura.

Depois de cobrir o alicerce com uma camada de massa impermeável - com 1,5 cm de espessura e descer 15 cm pelas laterais - é preciso esperar pela secagem e pintar com duas demãos de tinta asfáltica.

No caso de humidade nas paredes internas, o essencial é corrigir o problema antes da aplicação da pintura de acabamento.  A equipa pintpor® indica três diferentes maneiras para se fazer isso:

Parede: indicado para o caso de batidas de chuva, já que é aplicado externamente - lixar a parede, removendo a pintura anterior; aplicar, pintura impermeável contra batidas de chuva, em duas ou três demãos, sendo que a primeira pode ser diluída em até 10% de água. O produto dispensa o uso de selantes e pode ser usado já como acabamento. Na cor branca,cor ou receber tinta acrílica ou membrana elástica.

Rodapé: para corrigir humidade em rodapés, no caso de ausência ou deficiência de impermeabilização nos alicerces - remover todo o revestimento, deixando a superfície limpa e ligeiramente húmida; aplicar revestimento impermeável contra infiltrações, com broxa ou trincha, em duas, três ou quatro demãos cruzadas, com intervalo de seis horas entre elas. Na sequência, aplicar chapisco com, adesivo de alto desempenho, e refazer revestimento.

 Deptº  técnico humidades e patologias da construção    equipa pintpor®

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